Abdominoplastia, fazer ou não fazer?

Uma cirurgia plástica cada vez mais popular é a abdominoplastia, muito ligada a cirurgia de lipoaspiração, ela tem ganhado cada dia mais destaque por cair na lista de desejos das brasileiras. Porém, é muito importante entender qual é a real função da abdominoplastia e qual é o seu quadro atual para avançar em uma cirurgia plástica.


O que é a Abdominoplastia?

Acúmulo de gordura, flacidez de pele, estrias, gravidez, envelhecimento, oscilações de peso e fatores hereditários podem contribuir para o desenvolvimento de um abdome protuso, frouxo e flácido. Em casos mais graves o abdome chega a ter o aspecto de um “avental”. A cirurgia plástica do abdome tem o objetivo de remover o excesso de pele e gordura do abdome, reposicionar o umbigo e restaurar os músculos abdominais enfraquecidos ou separados (plicatura muscular).


Apesar de criar um abdome mais plano e tonificado, a cirurgia plástica do abdome (abdominoplastia) não é tratamento para a obesidade, não visa à perda de peso, não substitui a prática regular de exercícios físicos e os bons hábitos alimentares. Algumas situações podem comprometer o resultado e exigem maiores cuidados, tais como: flacidez muscular excessiva, hérnias de parede abdominal, cicatrizes prévias (colecistectomia, cirurgia pós-bariátrica, laparotomia), desnutrição crônica (ex-obesos) e instabilidade em ganhar e perder peso.


Uma avaliação cuidadosa de cada paciente é a forma mais adequada para a indicação do melhor procedimento no abdome. Existem diversos tipos de abdominoplastia e cada cirurgia resulta em uma determinada apresentação cicatricial, que varia com relação à forma e ao tamanho em função da quantidade de pele e tecido abdominal a ser retirado.


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